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Imóvel sobe acima da inflação

04/09/2026 - Imóvel sobe acima da inflação

Quem adiou a compra há um ano perdeu poder de compra, e agora dá para medir quanto. O imóvel subiu mais que a inflação no período, o que significa que a mesma quantia guardada compra menos metro quadrado hoje do que comprava em setembro do ano passado.

O preço de venda residencial subiu 0,53% em agosto e acumula 5,49% em 12 meses, contra 4,14% do IPCA e 2,16% do IGP-M no mesmo intervalo. O metro quadrado médio das 56 cidades acompanhadas chegou a R$ 9.954.

A alta de agosto foi mais forte que a de julho, quando o índice havia subido 0,46%. No ano, o acumulado está em 3,44%.

Os números de agosto, lado a lado

Indicador Acumulado em 12 meses
Preço de venda residencial 5,49%
IPCA 4,14%
IGP-M 2,16%


A diferença entre a primeira e a segunda linha é o que interessa na conversa. O imóvel subiu cerca de um ponto e meio acima da inflação medida pelo IBGE em doze meses. Não é uma explosão, e é justamente por isso que o dado é utilizável: ele descreve um movimento consistente, não um susto.

A alta também foi espalhada. Houve aumento em 46 das 56 cidades acompanhadas e em 18 das 22 capitais, o que afasta a leitura de que o movimento é puxado por uma ou duas praças específicas.
 

Perguntas frequentes (FAQ)

Quanto o preço do imóvel subiu em 12 meses?

O preço de venda residencial acumulou alta de 5,49% em 12 meses até agosto de 2026, segundo o índice FipeZap. No mesmo período o IPCA ficou em 4,14% e o IGP-M em 2,16%.

Qual é o metro quadrado médio no Brasil?

A média das 56 cidades acompanhadas pelo índice chegou a R$ 9.954 por metro quadrado em agosto de 2026. É uma média nacional e não substitui a apuração de preço no bairro onde o imóvel está.

A alta foi generalizada ou concentrada?

Houve alta em 46 das 56 cidades acompanhadas e em 18 das 22 capitais, o que indica movimento espalhado e não concentrado em poucas praças.

O preço vai continuar subindo?

O índice mede o que já aconteceu e não permite prever o comportamento futuro. A evolução depende de crédito, juros, emprego e do estoque disponível em cada cidade.

Dá para usar a média nacional para precificar um imóvel?

Não. A média nacional serve como contexto de direção do mercado. A precificação exige apuração local com imóveis comparáveis, mesmo padrão construtivo e faixa de metragem semelhante.




Fonte: https://www.imobibrasil.com.br/blog/fipezap-agosto-2026-preco-venda-supera-inflacao/

O Corretor

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